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A porta aberta...

Exatamente, eu estou pronto, desejoso e corajoso para enfrentar essa jornada fantástica que é amar.
Ainda mais depois de tudo que passei, é mais certo que estou preparado para encontrar-me com a felicidade de estar lado a lado de alguém.

Precisa ser real, nada de perfeição ou preferências. As extremidades ou o lado externo não vai fazer muita diferença, o que me importa é a presença ser intensa, completa e repleta de boas energias. Me interessa que o papo seja bom, que a falta seja sentida e que cada momento junto seja uma nova alegria, que tenha novidade e que a rotina seja apreciada, gostosa e preguiçosa numa rede de solteiro. E claro, nos momentos ainda mais apertadinhos, que haja calor, paixão, sabores e desejos, que aconteçam descobertas inesperadas e prazerosas. Aquele frio na barriga, uma emoção fluida de cumplicidade e simples de fidelidade.

Haverá também, com o passar do tempo e do sucesso, uma grande casa onde caibam todas as vontades, onde há uma base para realização dos sonhos e que seja um porto seguro para onde se possa voltar. Naquele lugar haverá de tudo, haverá também espaço para o respeito da individualidade e das características pessoais, da prática de si mesmo, para que o plural exista sem pesar. Para que esse lugar seja então chamado de lar.

O que eu sei é que haverá alegrias e prazeres de montão, muitos desafios também, mas tudo sempre é resolvido com paciência e empatia singulares, preliminares à felicidade. Esse momento é essencial, o abrir as portas e deixar a oportunidade certa entrar, sem limites mas com justiça e saúde de critérios. Muita saúde! E só um critério: ser feliz!

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