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Obrigado, meu Amor...

Se existem sonhos esquisitos, mas cheios de significados, são os sonhos dos cochilos tranquilos e rápidos. Foi assim que hoje eu conheci uma história incrível, e não gostaria de levá-la comigo, por isso divido contigo. Agradeço. Aprendo e sou grato.

Quando acordei no sonho, estava na cozinha da minha casa, lavando louça e dançando, como sempre faço, mas havia alguém dançando atrás de mim, e mesmo sem música eu sabia que era uma balada. Ela batia nas minhas costas, nos meus braços e me atrapalhava de lavar os pratos, reclamando que eu ocupava muito espaço. Meu amigo sentado na cadeira ao nosso lado, mexendo no telefone me contou que ela estava com a razão. Minha cozinha não é enorme, mas não é tão pequena que na frente da pia não haja espaço suficiente para que dois dançarinos façam seus passos sossegados.
Enquanto lavava uma jarra gorducha, minha amiga chegou do meu lado e com a voz muito mais calma me contou sobre o amor. "Meu rapaz, você já alcançou grandes conquistas, mas ainda falta um pouco, aqui e aqui, ali é que estão os detalhes que você ainda não sabe, que ainda não conhece." E fechando os olhos, me pediu um minuto para se conectar com a mãe Terra. Ao passo que fechei também os olhos, foi como se o Sol nascesse e uma nova luz estava a nos guiar.

"Ei, vocês dois, acordem! Entrem no carro rápido!" E acordei sem saber direito o que estava acontecendo, mas levantei da grama com minha amiga ao meu lado, porém ela estava diferente, mais redonda e queimada de Sol, era outra amiga, e era outro lugar, com outra história e aquela eu não conhecerei mais.
Entramos no carro e um amigo que não vejo a muito tempo entrou e pegou o lugar onde ia me sentar. Minha mãe no banco da frente gritou para que sentássemos e para colocar logo o cinto, porque havia policiais em todo lugar. Me sentei num banco que estava no porta malas, E antes que eu apertasse o cinto, o carro saiu e eu me desequilibrei. Estávamos sendo acompanhados por dois carros de polícia com lanternas, que vasculhavam dentro do carro, procurando algo errado e eu ainda sem o maldito cinto. Eu não sentia, e devagar corri as mãos até a fivela, desci o tecido de segurança escuro, e encaixei no lugar certo, segundos antes da lanterna chegar em mim.
A luz estava agora na minha cara, e o som do rádio da viatura estava muito alto nos meus ouvidos. Aos poucos a luz se apagava e ainda com os comandos do rádio na mente, acordei na cama do meu quarto, dessa vez neste plano e com os símbolos me dizendo que era hora mesmo de abrir os olhos para uma mensagem verdadeira. Era hora de acordar noutro plano e neste ao mesmo tempo. E você apareceu para me dar este toque. E agora eu agradeço mais uma vez.

Obrigado, meu Amor.

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